A proposta apresentada pela coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), Daniella Marques, gerou forte debate sobre o futuro do funcionalismo público.
A ideia é frear novos concursos e usar sistemas de IA para ocupar vagas deixadas por servidores que se aposentam em funções operacionais e administrativas.
A reação das entidades veio a galope. Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef/Fenadsef, rebateu duramente a medida.
Para as entidades sindicais, a proposta não passa de um pretexto para o desmonte dos serviços essenciais e um ataque direto à estabilidade do trabalhador e ao atendimento prestado à população.
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