O cenário político brasileiro ganhou, nesta quarta-feira (6/5/26) um capítulo inédito. O psiquiatra e escritor Augusto Cury (Avante) lançou sua pré-candidatura a presidente do Brasil com um discurso que misturou política e gestão da emoção.
Confira aqui o que disse Augusto Cury durante a coletiva de imprensa em Belo Horizonte.
Mais do que propostas econômicas, Cury focou na pacificação e na quebra da idolatria política. Em um momento marcante, ele afirmou que não se curvará a “reis, celebridades ou empresários”, mas sim a cada cidadão brasileiro.

Foto: Ag.EficazPress
Os pontos centrais do discurso:
• Líderes não são ídolos: Cury defende que o governante é um “empregado do povo”, contratado com prazo determinado para sair;
• Mudar a “Era”: para ele, a pacificação do país (e até dos casais!) depende de uma mudança de mentalidade e de empatia;
• Mente e Coração: propõe unir a eficiência do capitalismo com o olhar social voltado aos mais pobres.
“Esta nação precisa de pessoas que se coloquem no lugar dos outros. O presidente é apenas um empregado do povo, contratado pelo povo”, destaca Augusto Cury.
Cury propõe uma política sem "salvadores da pátria", onde o governante reconhece seu papel de servidor.
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